"Do lado do cipreste branco
À esquerda da entrada do inferno
Está a fonte do esquecimento
Vou mais além, não bebo dessa água
Chego ao lago da memória
Que tem água pura e fresca
E digo aos guardiões da entrada:
'Sou filho da Terra e do Céu!'
Dai-me de beber que tenho uma sede sem fim!
Olhe nos meus olhos
Sou o homem-tocha
Me tira essa vergonha
Me liberta dessa culpa
Me arranca esse ódio
Me livra desse medo
Olhe nos meus olhos
Sou o homem-tocha
E esta é uma canção de amor..."






